quarta-feira, Abril 23, 2014

Palmiers de Tomate Seco, Azeitonas e Parmesão

Por vezes acontecem coisas engraçadas. Há uns meses atrás, reencontrei uma colega da escola primária, a Catarina, através do facebook (na verdade foi ela que me encontrou mas isso agora não interessa). Depois de uma conversa inicial, conta-me ela que tem uma empresa com o marido a Ponte Vertical (https://pt-pt.facebook.com/PonteVerticalPT), e que são representantes de algumas marcas alimentares – nenhuma portuguesa e todas de qualidade reconhecida. Perguntou-me se eu não queria conhecer os produtos deles, visto que tenho um blogue de culinária e gosto de cozinhar. Demonstrei o meu interesse ainda sem saber quais as marcas que eles representavam. Como sabem eu gosto muito de usar produtos portugueses, e opto, sempre que posso por comprar produtos nacionais, por isso achei que não ia conhecer nenhuma das marcas. Pelo contrário. Verifiquei que uso a grande maioria das marcas que são representadas por eles, porque na verdade sou um bocadinho “picuinhas” com alguns produtos que uso. E os produtos que eles representam, com pequenas exceções, são produtos que não são produzidos em Portugal, nem por marcas portuguesas. Seja o vinagre balsâmico, que tal como os vinhos tem denominação de origem controlada, e portanto para ser realmente vinagre balsâmico só pode ser produzido na região de Modena na Itália. Curiosamente uso a marca que eles representam. Ou o caso do molho de soja, em que tenho preferência por uma marca muito específica mais “original”, também representada em Portugal por eles.
Foi engraçado descobrir que usava essas marcas, representadas por eles. E foi ainda melhor poder receber outros produtos que ainda não conhecia para experimentar. Como foi o caso de um frasquinho de tomate seco com cebola em óleo vegetal. Apesar de já conhecer os tomates secos, uso-os muito pouco. Normalmente para um molho rápido de massas.
Desta vez usei-os numa entrada que preparei para o almoço de padrinhos e afilhados no sábado passado. Uma daquelas entrada fáceis, fáceis de fazer e que causam sempre surpresa e admiração porque toda a gente acha que dá imenso trabalho a fazer.

(Estão agendados uns workshops para os próximos fins de semana. Para já, dia 26 e 27 no Porto, e dia 3 de Maio aqui em Coimbra. Para saberem todas as informações do workshop do Porto: info@workshops-popup.com , e do de Coimbra workshopquintaribeiro@outlook.com  - ambos os workshops têm inscrições limitadas!)

Ingredientes para cerca de 25 palmiers:

1 rolo de massa folhada refrigerada (de preferência retangular)
6 tomates secos em conserva de óleo vegetal
20 azeitonas pretas
50g de queijo parmesão

Preparação:

Pique grosseiramente as azeitonas assim como os tomates secos e misture bem.
Entretanto desenrole a massa folhada e espalhe bem esta mistura sobre toda a massa. Polvilhe depois com o queijo parmesão, de preferência ralado na hora.
Enrole agora uma das pontas da massa (a mais larga) até meio. Enrole depois o outro lado da massa até que fique com dois rolos da mesma massa, lado a lado.
Com uma faca afiada corte fatias de massa com cerca de 1cm de largura e disponha-as deitadas num tabuleiro forrado com papel vegetal.
Leve depois ao forno previamente aquecido a 180ºC até a massa folhar e os palmiers ficarem dourados.
Deixe arrefecer antes de servir.

Bom Apetite!

terça-feira, Abril 22, 2014

Bolo de Amêndoa com Fios de Ovos

No fim de semana antes da Páscoa fui almoçar a casa dos meus amigos Rita e JP. Sabendo que o Miguel gosta muito de sobremesas com ovos e amêndoa, a Rita tinha preparado uns bolinhos de amêndoa que estavam deliciosos. Tao bons que não resisti a trazer a receita comigo já a pensar que seria perfeita para a Páscoa.
No sábado lá fiz o bolo de amêndoa na sua versão grande e decidi enfeita com fios de ovos e amêndoas de chocolate para um ar mais “pascal”, e foi a sobremesa que levei para casa dos meus pais para o almoço de Páscoa. Sobrou bolo que ainda foi sobremesa no jantar em casa dos meus sogros onde também fez sucesso.
Um bolo delicioso, húmido e com uma massa de amêndoa ótima. Perfeito para a páscoa ou para qualquer outra ocasião. Recheado e coberto com doce de ovos é um excelente bolo para cantar os parabéns! Aqui fica a sugestão e a receita.

(E como me têm pedido muito e muitas vezes, apesar de ser algo que eu acho que não tenho muito jeito, estão agendados uns workshops para os próximos fins de semana. Para já, dia 26 e 27 no Porto, e dia 3 de Maio aqui em Coimbra. Para saberem todas as informações do workshop do Porto: info@workshops-popup.com , e do de Coimbra workshopquintaribeiro@outlook.com  - ambos os workshops têm inscrições limitadas!)

Ingredientes:
(adaptado o livro “Receitas Bimby” Algarve, página 90)

500g de amêndoa sem pele
6 ovos
Sal q.b.
270g de açúcar
300g de fios de ovos

Preparação:

Pique a amêndoa finamente e reserve.
Separe as gemas das claras. Misture bem as gemas com o açúcar e bata com uma batedeira elétrica até começarem a ficar fofas e esbranquiçadas.
Entretanto bata as claras em castelo com uma pitada de sal.
Alternadamente incorpore na mistura de gemas e açúcar a amêndoa e as claras até obter uma mistura homogénea.
Coloque a mistura numa forma redonda sem buraco previamente untada e forrada com papel vegetal, e leve a assar em forno previamente aquecido a 180ºC durante cerca de 30 minutos.
Deixe arrefecer uns minutos antes de desenformar e deixe depois arrefecer sobre um grelha.
Depois de arrefecido decore o bolo com os fios de ovos.

Bom Apetite!

segunda-feira, Abril 21, 2014

Caramelo de Malaguetas do Gary

A Páscoa foi tudo de bom. Na sexta feira fizeram-se folares e preparam-se os miminhos para os afilhados e sobrinhos. No sábado foi dia de juntar os afilhados, os padrinhos, madrinhas e compadres e de celebrarmos com eles num almoço para 14 que durou das 13h às 19h. Um almoço que teve direito a crianças a correr pela casa. A tapetes e almofadas fora do lugar. A brinquedos espalhados por todo o lado. Ao meu amigo Tiago a dormir uma soneca no sofá, como já vem sendo hábito. A crianças a chamarem vezes sem conta para irmos resolver as “quezílias” com a wii. A chá para ajudar a digestão. A muitas conversas animadas. A brindes. A sorrisos. A sessão fotográfica para a posteridade. A muita louça suja, muitos copos sujos. Um almoço que junta crianças e adultos numa comunhão perfeita do que passam a ser os ”jantares de amigos “ quando há filhos. Foi bom. Muito bom. E esperamos que para o ano haja novo evento “padrinhos e afilhados”.
No domingo de Páscoa a ida a missa. Levar o Zé Maria a ver a tia-avó e a bisavó. Almoçar em casa de uns avós com a tia e os bisavós. Lanchar em casa do tio, da tia e do primo. Jantar em casa dos outros avós com a outra tia e as primas e ainda ver a restante família paterna que, entre a Páscoa e a animação da vitória do Benfica (nem acredito que estou a falar do Benfica no blogue…), se acabou a juntar em casa dos avós.
Num fim de semana de Páscoa em que se juntou os amigos e a família. Os padrinhos e os afilhados. Onde houve tempo para tudo e para todos os que correspondem ao nosso amor.
Porque não é a falta de tempo que nos priva de estar com quem amamos. É a falta de vontade.
Porque todos os dias sou agradecida das pessoas que tenho à minha volta. Porque todos os dias sou agradecida pela minha vida que tem tanto de imperfeita como de perfeita.
Mais uma Páscoa, mais uma oportunidade de renovação e de renascimento. De nós para os outros. Dos outros para nós.
E uma receita de caramelo de malaguetas que não tem nada a ver com a Páscoa, mas que foi preparado num destes dias com base numa receita do Gary do Masterchef Australia.

Ingredientes para 1 frasquinho pequeno:
(adaptado de uma masterclass do Gary na 5º temporada do masterchef australia)

5 malaguetas vermelhas tipo chili
250g de açúcar
100ml de água
1 colher de chá de gengibre fresco ralado
Molho de peixe (fish sauce) q.b.
1 limão grande

Preparação:

Corte as malaguetas em rodelas fininhas e reserve.
Num tachinho coloque o açúcar e a água e leve ao lume, sem mexer e apenas agitando o frasco, até obter um caramelo de cor escura – mas sem deixar queimar o açúcar. Quando o caramelo estiver pronto junte o sumo de limão de modo a que o caramelo “arrefeça” e pare de cozinhar. Acrescente a malagueta em rodelas e o gengibre e mexa bem. Acrescente se necessário um pouco mais de sumo de limão.
Tempere depois com cerca de 1 colher de sopa de molho de peixe e guarde o molho já pronto num frasquinho esterilizado.
Guarde no frigorifico.
Este caramelo é delicioso servido com frango grelhado ou como molho para servir co asinhas de frango assadas no forno.

Bom Apetite!

sexta-feira, Abril 18, 2014

Páscoa 2014

A minha cozinha ainda cheira a canela e erva doce. Fizeram-se os folares para dar aos afilhados e sobrinhos. Amassaram-se mais de 2,5kg de farinha, tingiram-se muitos ovos com casca de cebola e preparou-se tudo com muito amor e carinho.
Embalaram-se e estão agora a aguardar serem oferecidos aos pequenos, juntamente com mais qualquer coisinha.
Mas da cozinha saíram mais coisas. Amanhã há um “evento” aqui por casa. Um almoço de padrinhos e afilhados que vai juntar 14 pessoas à mesa… Porque o domingo de Páscoa é reservado aos pais e avós e eu ainda não fiz – mas vou fazer - um bolo de amêndoa para levar para casa dos meus pais, receita que a minha amiga e comadre Rita me cedeu.
E a Páscoa por aqui vai ser assim. Entre família, afilhados e padrinhos. Com folares, borrego, amêndoas, chocolate e ovos. Coelhos e galinhas. Muito celebrada à volta da mesa, mas sem esquecer a celebração religiosa, a ressurreição e o verdadeiro sentido do que é a Páscoa .
E desejo-vos a todos uma Santa e Feliz Páscoa!

quinta-feira, Abril 17, 2014

Bolo de Beterraba, Arandos e Amêndoa

Assadas é como gosto mais delas. Não ficam a saber a “terra”. Ficam doces e macias. Aproveito sempre o forno de outras coisas para as assar embrulhadas em papel de alumínio. Depois a pele sai facilmente e podem-se guardar para serem preparadas de diversas maneiras.
Gosto delas raladas em saladas (sim, raladas depois de assadas). Gosto delas em rodelas ou cubinhos juntamente com laranja e polvilhadas com umas nozes, fazem uma salada deliciosa e visualmente muito bonita.
Gosto de as triturar e usar em massas de bolos, queques ou panquecas. Experimentem substituir em receitas que usem puré de cenoura ou abóbora cozida. Gosto delas em bolos com chocolate, e um dia destes uso-as numa massa fresca.
Falo das beterrabas. Amadas por uns, odiadas por outros. Do mercadinho biológico para a minha mesa num fantástico bolo. Um bolo roxo.

Ingredientes:

2 beterrabas assadas e descascadas (cerca de 150g)
150g de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
50g de arandos secos (pode substituir por passas)
50g de amêndoas
Raspa da casca de 1 laranja
125g de açúcar amarelo
125ml de óleo de girassol
4 ovos

Preparação:

No robot de cozinha ou num copo liquidificador coloque a beterraba partida em pedaços (atenção para não manchar tudo de roxo) a farinha, o fermento, o açúcar, o óleo e os ovos. Triture tudo até obter uma massa homogénea e com uma espetacular cor arroxeada.
Junte depois a raspa da casca de laranja, os arandos e as amêndoas partidas grosseiramente.
Unte e forre com papel vegetal uma forma de bolo inglês e coloque aí a massa.
Leve a assar em forno previamente aquecido a 180ºC até que o bolo esteja cozido, cerca de 1h.
Retire do forno e deixe arrefecer um pouco antes de desenformar. Deixe arrefecer completamente. (E é natural que abata um bocadinho,,,)

Bom Apetite!

quarta-feira, Abril 16, 2014

Pão de Páscoa com Alecrim e Azeite

Todos os anos, o meu afilhado Tiago me oferece o seu ramo de Domingo de Ramos benzido. Uma tradição que eu desconhecia, esta de oferecer o ramo à madrinha, mas que acho muito engraçada e este ano vou adotar com o Zé Maria que, apesar de ainda não ter oficialmente madrinha, lhe vai oferecer o “seu” ramo de Domingo de Ramos.
Sendo ou não o ramo oferecido pelo afilhado, sempre aproveitei o ramo benzido para cozinhar… Normalmente para temperar o borrego (com o louro e o alecrim) do almoço de domingo de Páscoa. Acho engraçado aproveitar assim o ramo de cheiros num almoço Pascal.
Este ano porém, utilizei o alecrim do raminho que o Tiago me deu numa receita diferente. Num pão “Pascal” salgado, preparado com azeite e alecrim e que deixou a minha cozinha a cheirar divinalmente, para além de ser um pão delicioso, ideal para servir no domingo de Páscoa, como entrada para molhar num bocadinho de azeite bom.
Adorei fazer este pão, como aliás adoro fazer todos os pães. Confesso que por vezes tenho preguiça de amassar à mão, mas quando tenho tempo adoro essa parte da tarefa. Adoro o cheiro do fermento. De sentir a massa nas mãos. De a bater, empurrar e amassar contra a bancada da cozinha. E depois de tantos maus tratos , e de a deixar repousar. E adoro o maravilhoso mistério culinário de ver a massa crescer. Tudo por ação do fermento.
E seja para fazer pão à mão ou na máquina. Amassado de forma tradicional ou com ajuda mecânica confesso que o meu fermento de eleição é o Fermipan.(http://www.touch.pt/pt/novidade/75/passatempo-ganhe-uma-bimby-com-ferimpan/)
Para pão, folares, massas de pizza ou tudo o resto que peça fermento de padeiro ( que acaba sempre por ser substituído pela levedura seca que tenho sempre em casa!). Por isso, quando a Fermipan me convidou para preparar uma receita dedicada à Páscoa, não foi nada difícil. Desde sempre que os meus folares são preparados com Fermipan. Portanto este ano, para ser diferente uma receita de pão de Páscoa com Alecrim e Azeite.
Os folares, esses, só serão preparados na sexta-feira para serem entregues “fresquinhos” aos afilhados.

Ingredientes para 1 pão tipo “focaccia”:

1 saqueta de fermipan
1 colher de sopa de açúcar
475g de farinha
300ml de água morna (37ºC)
2 colheres de sopa de azeite (30ml) + para pincelar
2 colheres de sopa de flor de sal
1 raminho de alecrim fresco previamente picado (cerca de 2 colheres de sopa)

Preparação:

Numa taça misture a água morna com o açúcar e o fermento e deixe repousar uns minutos.
Numa outra taça coloque a farinha. Junte-lhe o azeite, 1 colher de sopa de flor de sal e a mistura de água, fermento e açúcar. Misture os ingredientes e, com as mãos, forme uma bola com a massa.
Polvilhe a banca da cozinha com um pouco de farinha e comece a trabalhar a massa, amassando-a com as mãos, esticando-a e “batendo-lhe”, cerca de 10 minutos ou até que a massa fique elástica e macia. (Poderá amassar com a máquina de pão ou uma batedeira se preferir). Forme uma bola com a massa e coloque-a numa taça polvilhada com farinha. Tape com película aderente e deixe a massa levedar até dobrar de volume, cerca de 1 hora.
Ao fim desse tempo retire a massa e volte a amassá-la na bancada durante um ou dois minutos,
Estique depois a massa com as mãos e transfira-a para um tabuleiro previamente pincelado com um pouco de azeite. Tape com um pano e deixe levedar uma segunda vez, cerca de 30 a 45 minutos.
Ao fim desse tempo pressione a massa com as pontas dos dedos, de modo a fazer umas covinhas e pincele a massa com azeite, polvilhe com a restante flor de sal e com o alecrim picado.
Leve a assar no forno previamente aquecido a 180ºC durante cerca de 35 minutos.
Sirva o pão cortado em cubinhos juntamente com um pratinho com um pouco de azeite para ir molhando o pão.

Bom Apetite!

terça-feira, Abril 15, 2014

Hambúrguer em Bolo Levedo com Cebola Doce, Ovo de Codorniz e Maionese de Alho

A inspiração para cozinhar vem de todo o lado. Dos livros, das revistas, de outros blogues, de programas de televisão, do que se come em casa dos familiares e amigos, dos ingredientes que se vêm no supermercado, do que se come em restaurantes ou em eventos.
E foi de dois hambúrgueres saboreados em locais muito diferentes que surgiu esta versão. Uma junção do hambúrguer muito saboroso que comi aqui em Coimbra, na Casa das Caldeiras (https://pt-pt.facebook.com/pages/Casa-Das-Caldeiras-Bar/234209490067456 ) (e a principal inspiração para o ovo de codorniz, as batatas e a maionese de alho), e de um outro hambúrguer, comido na Quinta dos Açores, (http://www.quintadosacores.com/)  na Terceira, (de onde veio a ideia de utilizar o bolo levedo e o próprio bolo lêvedo, e utilização de carne de vaca certificada.)
Das duas experiências saiu um dos melhores hambúrgueres dos últimos tempos. Conta a qualidade da carne, sem dúvida, e a utilização de ingredientes frescos e preparados de raiz. Porque depois de comermos um hambúrguer destes dificilmente temos vontade de voltar aos hambúrgueres de cadeias de fast food.

Ingredientes para 2 pessoas:

2 bolos lêvedos
300g de carne de vaca picada (usei carne de vaca açoriana certificada)
2 ovos de codorniz
Sal e pimenta q.b.
10 batatinhas pequenas
Mistura de salada q.b.

Para a cebola doce:
2 cebolas
1 colher de sopa bem cheia de açúcar
1 colher de sopa de vinho do porto
2 colheres de sopa de azeite
Sal e pimenta q.b.

Para a Maionese de alho:
1 ovo
2 dentes de alho
1 colher de chá de mostarda de Dijon
Sumo de ½ limão
Óleo vegetal q.b.
Sal e pimenta q.b.

Preparação:

Numa taça coloque a carne de vaca picada e amasse-a um pouco. Divida a massa em duas partes iguais e, com a ajuda de um aro de cozinha forme dois hambúrgueres do mesmo tamanho. Coloque-os num prato e leve-os ao frigorífico.
Entretanto prepare a cebola doce. Descasque as cebolas e corte-as em rodelas finas. Leve um tacho ao lume com o azeite e deixe aquecer. Junte as rodelas de cebola, o açúcar e o vinho de porto. Tempere de sal e um pouco de pimenta e deixe cozinhar em lume brando até a cebola estar caramelizada e macia. Reserve.
Prepare a maionese de alho. No copo da varinha mágica coloque o ovo inteiro, a mostarda de Dijon, sumo de meio limão, os dentes de alho e tempere com sal e pimenta q.b. Acrescente depois um pouco de óleo vegetal e emulsione tudo com a varinha mágica. Vá depois acrescentando mais óleo, em fio, e sem parar de emulsionar com a varinha mágica e até que fique com uma maionese com consistência. Reserve no frigorífico até servir.
Lave bem as batatas e sem as descascar corte-as em quartos. Seque-as bem num pano de cozinha lavado e frite-as em óleo quente até que fiquem douradas. Ainda quentes tempere-as com um pitada de sal.
Leve agora uma chapa ou frigideira anti-aderente ao lume e deixe aquecer muito bem. Tempere os hambúrgueres com uma pitada de sal e pimenta e cozinhe-os de ambos os lados até que fiquem dourados. Tenha atenção para não deixar a carne secar. Retire-os e deixe-os repousar.
Entretanto cozinhe na ,mesma chapa com um pouco de azeite os ovos de codorniz.
Abra o bolo lêvedo ao meio e aqueça-o também na chapa deixando-o tostar ligeiramente.
Barre as duas metades do bolo lêvedo com a maionese de alho. Coloque um pouco de salada e sobre esta o hambúrguer. Cubra-o com a cebola doce e termine com o ovo de codorniz cobrindo depois com a outra metade do bolo lêvedo.
Sirva com as batatas fritas e a restante maionese de alho para “molhar” as batatas.

Bom Apetite!

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